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A notícia é boa sobretudo para quem já tem dívidas e poderá renegociar o pagamento. Saiba
em quais situações vale a pena pedir um empréstimo ou investir em um financiamento.
- Geral:
1) A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil reduziram suas taxas de juros para o crédito de famílias e financiamento a micro e pequenas empresas. A notícia é boa - a redução das taxas do cheque especial chega a 67% ao ano - sobretudo para quem já tem dívidas e
poderá renegociar o pagamento. Mas sem empolgação: cheque especial, cartão de crédito e empréstimos continuam sendo perigosos, pois podem levar ao endividamento da família. Só use em emergências.
- Banco do Brasil:
1) Financiamento de veículos: Terá uma redução de 19% ao ano, com taxas mensais de 0,99% ao mês.
2) Crédito consignado: Para os beneficiários do INSS, os juros ficarão entre 0,85% e 1,80% ao mês.
3) Crédito para empresas: A diminuição da taxa média das principais linhas de giro será de 15%.
Assim, os juros caem para a partir de 0,95% ao mês.
4) Cartão de crédito: A taxa será de 3% ao mês - contra os atuais 12,25%. Para isso, o cliente deve optar por receber o salário no Banco do Brasil e aderir aos pacotes de serviços.
- Caixa Econômica Federal:
1) Cheque especial: Para correntistas com crédito de salário, os juros passarão de 8,18% para 3,50% ao mês. Os demais clientes terão taxa máxima de 4,27%. Depedendo da relação com o banco, é possível pagar juros de apenas 1,35% ao mês.
2) Cartões de crédito: Os clientes dos cartões Nacional, Internacional e Gold terão cerca de 40% menos juros ao longo de um ano, com cortes nas taxas mensais de 12,17% para 8,8% (caso do cartão Internacional).
3) Crédito pessoal: As taxas mensais do crédito contratado diretamente na conta corrente caíram de 5,40% para 3,88% e, para quem tem conta-salário, de 4,65% para 2,39%.
4) Crédito consignado: O empréstimo que é retido diretamente no salário teve os juros mensais reduzidos de 2,82% para 1,95%.
5) Financiamento de veículos: Caiu de 1,19% ao mês para 0,98% ao mês, dependendo do carro, do prazo e do cliente.
6) Crédito para empresas: As taxas das linhas de capital de giro para empresas passarão de 2,72% para 0,94% ao mês.
Veja a primeira parte da postagem AQUI.
Adaptado de Portal Cantu
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que cortou
na terça, 22, a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 pontos percentual, caindo os
juros de 9,25% para 8,75% ao ano, promete reflexos positivos na economia, mas,
é necessário cuidado para que uma possível euforia não seja repassada para o consumo
desenfreado.
Isso porque, a Selic bancária baixa não tem reflexo imediato nos juros bancários, nos cartões
de créditos e em outros tipos de linhas de crédito. Apesar de terem alguns bancos se
antecipando, abaixando essa taxa, o reflexo só se tornará mais efetivo depois de seis meses.
Além disso, as reduções nas taxas só são interessantes se ocorrem de forma drástica, pois,
na situação atual são abusivas e levam os consumidores ao endividamento rápido.
Existem casos, como os de cartão de crédito, que as taxas estão acima de 10%, fazendo
com que qualquer dificuldade de pagamento de uma fatura reflita em uma “bola de neve”,
onde a consumidor verá as dívidas crescendo de maneira exponencial.
E qual os motivos que levam a essas altas taxas de juros?
Essa resposta é simples, além da falta de controle mais rígido do governo sobre essas
práticas de juros abusivas, existe o medo das empresas que fornecem esse serviço de não
receberem o dinheiro emprestado e terem prejuízos, em função da alta taxa de inadimplência
no país. Criando a necessidade de aumentar a lucratividade para não sentir possíveis perdas.
A solução para esse problema, possibilitando que consumidor aproveite o momento de
crescimento pelo qual nossa economia passa, é o consumo consciente em conjunto com
a educação financeira. O consumo consciente é a ação de o consumidor refletir antes de
uma compra, sobre os impactos que terá para ele e para todo o meio em que vive.
As perguntas são simples: ‘Necessito realmente desse produto? O que essa aquisição
trará de positivo e de negativo para mim? E para o meio em que vivo, essa compra terá
algum impacto? Qual?’.
Nesse ponto é importante que todos pensem sobre como são responsáveis pelos efeitos
sociais e ambientais de nosso consumo. E, um mundo melhor para todos, depende de uma
reflexão urgente sobre esses pontos.
Conclusão:
Assim, é importante reforçar que as notícias sobre o queda dos juros Selic são ótimas, e
demonstram um país em crescimento, contudo, o impacto que essa notícia terá na vidas das
pessoas deve ser objeto de análise, para que isso não reflita em uma bolha de consumo
desenfreado e a altas taxas de inadimplência.
Glossário:
1. Inadimplência
É o não pagamento até a data de vencimento de um compromisso financeiro com outrém,
quando feita negociação de prazos entre as partes, para aquisição de bem durável ou não-durável, ou prestação de serviços, devidamente executados.
1. Inadimplência
É o não pagamento até a data de vencimento de um compromisso financeiro com outrém,
quando feita negociação de prazos entre as partes, para aquisição de bem durável ou não-durável, ou prestação de serviços, devidamente executados.
Veja a segunda parte da postagem AQUI.
Adaptado de 3e Notícias
Cim Stordal é um jovem de 15 anos como qualquer outro. Vai à escola, trabalha em uma loja
de peixes e nas horas de folga gosta de jogar videogame. Entretanto, esse jovem norueguês
tem um hobby bastante peculiar: procurar bugs em sites de grandes empresas.
Autodidata, começou a se interessar pelo assunto aos 14 anos e, apenas um ano depois, os
resultados são surpreendentes. Stordal encontrou falhas nos sites da Apple, da Microsoft, do
Facebook e da Google. As empresas não divulgam qual foi a brecha encontrada, mas todas
reconhecem o talento de Cim.
Na Google, seu nome foi incluído no Google Security Hall of Fame, página que reúne nomes
que, de alguma forma, contribuíram para a segurança virtual. A Apple também creditou os
préstimos do jovem, assim como a Microsoft. Já o Facebook, repassou ao jovem um cartão
de crédito com US$ 500.
Em entrevistas, Stordal contou como é o seu método de trabalho. “É só eu olhar o site e
descobrir onde posso inserir o HTML que não é filtrado pelo código-fonte. Muitas vezes,
eles selecionam alguns elementos, mas se esquecem de algumas coisas embutidas na
programação de seus sites e aplicativos”, detalha.
Segundo ele, o site que menos demandou tempo foi o da Apple. “Levei apenas cinco minutos
para encontrar bugs na página da empresa”, explica. Já no Facebook, foram necessários
quatro dias de pesquisa, enquanto no Google apenas três. Sua meta agora é encontrar falhas
em dispositivos móveis e, por conta própria, iniciou a criação de uma ferramenta de testes
automatizados de software para ser utilizada no seu iPhone 3G.
Via TecMundo


















































