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Glasnost

Postado por Lucas Rodrigues segunda-feira, 6 de agosto de 2012 1 comentários

Glasnost (transparência) foi uma medida política implantada juntamente com a Perestroika na União Soviética durante o governo de Mikhail Gorbachev. A Glasnost contribuiu em grande parte para a intensificação de um clima de instabilidade causado por agitações nacionalistas, conflitos étnicos e regionais e insatisfação econômica, sendo um dos fatores causadores da ruína da URSS.

Enquanto no Ocidente a noção da glasnost se associa com a liberdade de expressão, a meta principal desta política foi fazer o governo do país transparente e aberto para discutir, assim logrando o círculo estreito de apparatchiks que anteriormente exerceu o controle completo da economia. A Glasnost foi, portanto, um processo de abertura política.

Glossário:

1. Lograr
v.t. Gozar, fruir, desfrutar.
Enganar com astúcia ou por gracejo; burlar.
Tirar lucro de: logrou uns magros cinco por cento.
Conseguir, alcançar: assim não logrará seu intento.

2. Apparatchiks
É um termo coloquial russo que designa um funcionário em tempo integral do Partido Comunista da União Soviética ou dos governos liderado por este partido, ou seja, um agente do "aparato" governamental ou partidário que ocupa qualquer cargo de responsabilidade burocrática ou política.

Adaptado de Wikipédia.
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Perestroika

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários

Perestroika (do russo: перестройка, literalmente "reconstrução" ou "reestruturação") foi, em conjunto com a Glasnost, uma das políticas introduzidas na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas por Mikhail Gorbachev, em 1985.

A palavra Perestroika, que literalmente significa reconstrução, recebeu a conotação de reestruturação (abertura) econômica. Gorbachev percebeu que a economia da União Soviética estava a falhar e sentiu que o sistema socialista, apesar de não precisar de ser substituído, certamente necessitava de uma reforma, e isto seria levado a cabo pelo processo da Perestroika.

Uma chave principal da Perestroika era reduzir a quantidade de dinheiro gasta em defesa e, para fazer isso, Gorbachev sentiu que a União Soviética deveria: desocupar o Afeganistão, negociar com os Estados Unidos a redução de armamento (os acordos de Yalta) e não interferir em outros países comunistas (A Doutrina Sinatra).

Em contraste às reformas econômicas da República Popular da China, a Perestroika é largamente avaliada como tendo falhado em seu objetivo principal de reestruturar a economia soviética. As razões para o seu fracasso foram examinadas por muitos economistas e historiadores, incluindo Merle Goldberg. Uma das razões citadas para esse fracasso foi o insucesso na promoção e criação de entidades económicas privadas e semi-privadas e a indisposição de Gorbachev em relação a uma reforma na agricultura soviética.

Adaptado de Wikipédia.
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Hiperpnéia

Postado por Lucas Rodrigues sexta-feira, 3 de agosto de 2012 1 comentários

Hiperpnéia é a respiração superficial e rápida, associada a processos fisiológicos (exercícios, parto) ou anormais como a insuficiência respiratória aguda, estados de choque, etc.
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Apnéia

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários

Apnéia pode ser:
1- Apneia do sono - uma doença.
2- Apneia, suspensão voluntária ou involuntária da respiração;
3- Mergulho livre ou Apneia, técnica de mergulho praticado sem reservatório de ar.

Apnéia do Sono:
Apneia do sono ou apneia noturna é uma desordem do sono caracterizada pela suspensão da respiração durante o sono pela língua,que inibe a passagem de ar ao nível da garganta. 

Estes episódios de apneia, podem durar alguns segundos, por tempo suficiente para que uma ou mais respirações sejam perdidas, após os quais é retomada a respiração normal, e ocorrem repetidamente durante o sono.

A definição padrão de qualquer evento apneico inclui um intervalo mínimo de 10 segundos entre as respirações, com despertar neurológico ou dessaturação da oxiemoglobina (que é criada quando o oxigênio se mistura a hemoglobina) de mais de 3-4%, ou ambos.

Na maior parte das vezes, as apneias não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão de sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial. Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de "noite mal dormida" ao despertar, assim como fadiga e sonolência durante o dia.

Apneia, suspensão voluntária ou involuntária da respiração:
O termo apneia designa a suspensão voluntária ou involuntária da respiração, ou a interrupção da comunicação do ar atmosférico com as vias aéreas e pulmões.

Uma vez que a respiração no nível celular continua ocorrendo enquanto houver demanda de oxigênio suficiente nos pulmões, mesmo sem o contato com o ar atmosférico, os seres pulmonados podem sobreviver em apneia durante alguns minutos.

Algumas baleias podem permanecer em apneia por mais de 90 minutos, enquanto que os seres humanos, em média, suportam cerca de 2 minutos. Alguns atletas especialistas conseguem ultrapassar os 5 minutos, mantendo a lucidez.

Mergulho livre:
Mergulho livre é um categoria de mergulho que diferentemento do mergulho autônomo, consiste basicamente no mergulho utilizando somente o ar contido nos pulmões, uma máscara de mergulho, um respirador e nadadeiras.

O mergulho livre pode ser praticado em piscinas, lagos, rios e no mar. Seus entusiastas preferem a prática do mergulho livre marinho por este apresentar uma diversidade maior de espécies animais a serem observadas.

Frequentemente o mergulho livre está associado ao uso das técnicas de apneia para efetuar imersões.

Adaptado de Wikipédia.
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Keynesianismo

Postado por Lucas Rodrigues quinta-feira, 2 de agosto de 2012 0 comentários

A escola Keynesiana ou Keynesianismo é a teoria econômica consolidada pelo economista inglês John Maynard Keynes em seu livro Teoria geral do emprego, do juro e da moeda (General theory of employment, interest and money) e que consiste numa organização político-econômica, oposta às concepções neoliberalistas, fundamentada na afirmação do Estado como agente indispensável de controle da economia, com objetivo de conduzir a um sistema de pleno emprego. 

Tais teorias tiveram uma enorme influência na renovação das teorias clássicas e na reformulação da política de livre mercado.

A escola keynesiana se fundamenta no princípio de que o ciclo econômico não é auto-regulado como pensam os neoclássicos, uma vez que é determinado pelo "espírito animal" (animal spirit no original em inglês) dos empresários. É por esse motivo, e pela incapacidade do sistema capitalista conseguir empregar todos os que querem trabalhar, que Keynes defende a intervenção do Estado na economia.

A teoria atribuiu ao Estado o direito e o dever de conceder benefícios sociais que garantam à população um padrão mínimo de vida como a criação do salário mínimo, do seguro-desemprego, da redução da jornada de trabalho (que então superava 12 horas diárias) e a assistência médica gratuita. O Keynesianismo ficou conhecido também como "Estado de bem-estar social", ou "Estado Escandinavo".

Adaptado de Wikipédia.
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Molalidade e Molaridade

Postado por Lucas Rodrigues quarta-feira, 25 de julho de 2012 1 comentários

Molalidade:
A Molalidade, normalmente representada pela letra W, é outra grandeza usada pelos químicos para expressar a concentração de uma solução. Ela pode ser definida da seguinte maneira:

A Molalidade relaciona a quantidade de matéria de uma espécie de soluto (em mols) em uma solução dividida pela massa do solvente (em quilogramas).

Por isso, a molalidade também é chamada de concentração em quantidade de matéria por massa  e essa relação pode ser expressa pela fórmula matemática:

Molalidade = quantidade de soluto (mol) / massa de solvente (kg) ou W = n1/m2

A unidade de molalidade é mols de soluto por kg de solvente (mol/kg ou mol . kg-1), mas ela é normalmente expressa pela palavra “molal”  ou simplesmente “m”.

Essa grandeza é muito útil quando se trabalha com soluções cuja temperatura varia, visto que a temperatura pode fazer com que o volume mude e o cálculo da molalidade não precisa do volume. Além disso, essa medida de concentração é proveitosa quando se estuda os aspectos relacionados às propriedades coligativas, que dependem dos números relativos de moléculas de soluto e de solvente.

Para entender melhor como realizar os cálculos da molalidade, veja o exemplo a seguir:
“Meio mol de um sal foi dissolvido em 580 g de água. Vamos determinar então a concentração do soluto em mol por kg da solução.”

Para isso, podemos fazer o seguinte raciocínio:

0,58 kg (580g) de solvente              dissolve            0,5 mol de soluto
1 kg de solvente                              dissolverá                 x
x = 1 kg . 0,5 mol
        0,58 kg
x = 0,86 mol em 1 kg da solução = 0,86 mol/kg

Ou, então, podemos resolver essa questão substituindo os valores na fórmula da molalidade:
W = n1 
        m2  
W = 0,5 mol
        0,58 kg
W = 0,86 molal

Molaridade:
Concentração molar ou molaridade é a quantidade de soluto, em mol, dissolvidos num volume de solução em litros. Para calcular a concentração molar de uma substância é necessário ter em mãos uma tabela periódica, isto porque o cálculo envolve o número de massa de cada elemento que faz parte do soluto. A fórmula geral é:

M= Nº de mols do soluto / Nº de litros de solução

Assim, se 1 litro de solução foi preparado pela dissolução de 1 mol de cloreto de sódio, isto significa que esta é uma solução de cloreto de sódio de 1,0 mol\L.

Para entender melhor como realizar os cálculos da molaridade, veja o exemplo a seguir:
"Qual a molaridade de uma solução cujo volume é 0,250 L e contém 26,8 g de cloreto de cálcio, CaCl2?"

Resolução:
Fórmula
Inicia-se o cálculo somando o número de massa (Z) dos elementos do soluto, nesse caso, cálcio (Ca) e cloro (Cl): Ca = 40,1 e Cl = 35,5
40,1 + (2 x 35,5) = 111,1 (massa molar do CaCl2)

Para encontrar o número de mols de CaCl2 é preciso calcular:
1 mol de CaCl2 → 111,1 g de CaCl2
Nº de mols de CaCl2 → 26,8 g de CaCl2
Logo o número de mols de CaCl2 é 0,241 mol de CaCl2.

Aplicamos por fim, a fórmula (anteriormente citada) para encontrar a concentração molar da solução:
M = 0,241 mol / 0,250L = 0,964 mol/L ou 0,964 molar ou 0,964M

Adaptado de Info Escola e Mundo Educação.
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Os Batimentos Cardíacos Normalmente

Postado por Lucas Rodrigues sexta-feira, 20 de julho de 2012 0 comentários

O coração de um jovem saudável, entre 15 e 20 anos, costuma bater no mínimo 60 e no máximo 90 vezes por minuto. Mas se esporadicamente sua freqüência cardíaca ultrapassa ou cai abaixo de tal faixa, isso não quer dizer que você tem algum tipo de doença. "O coração está ligado ao cérebro e ao corpo por estímulos nervosos e são eles que dizem o quanto ele precisa trabalhar", afirma o cardiologista Antônio Carlos Carvalho, da Unifesp.

Em algumas pessoas, o nervo simpático (que reage a situações de estresse e nervosismo, liberando adrenalina) atua com mais força, fazendo com que o indivíduo perceba mais facilmente quando o coração acelera. Em outras pessoas, a atuação do nervo vago (que breca os batimentos) é mais percebida.

Basta uma situação que estimule um dos dois nervos e pronto. Quando você está malhando, por exemplo, sua freqüência cardíaca pode chegar a 150 ou 160 bpm (batimentos por minuto) sem que isso represente uma ameaça à saúde. Agora imagine que você está no milésimo sono. Deitadão na cama, sem se mexer ou fazer qualquer esforço, seu metabolismo é muito menos intenso e seu cérebro praticamente desliga. Por que seu coração iria disparar? Enquanto dormimos, é normal nossa freqüência cardíaca chegar aos 40 bpm, também sem causar nenhum problema. Afinal você sempre acorda bem no dia seguinte, não?

Outro fator que influencia muito a freqüência cardíaca é a idade. Um recém-nascido tem entre 120 e 140 bpm, pois seus sistemas de regulação do sistema circulatório ainda não estão bem desenvolvidos. A freqüência cardíaca maior ajuda a fornecer mais oxigênio ao coração dos bebês. Conforme eles crescem, os batimentos vão diminuindo. Décadas mais tarde, na velhice, os batimentos provavelmente serão mais espaçados ainda, numa faixa entre 50 e 80 bpm.

Adaptado de Mundo Estranho.
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Colesterol Bom e Mau

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários


Muito tem se falado sobre esses dois tipos de colesterol, pois as pessoas passaram a compreender melhor o metabolismo do colesterol. Mas na verdade, o que chamamos de “bom” e “mau” colesterol, não é especificamente a molécula de colesterol, pois ela é sempre a mesma. A diferença entre essas duas palavras está na proteína que carrega a molécula de colesterol no sangue. Como os lipídios são insolúveis em água, e o sangue é composto por água, esses lipídios são transportados por proteínas, formando complexos lipoprotéicos. São conhecidos dois tipos de complexos: LDL e HDL.


LDL (Low Density Lipoprotein)
Do inglês, Low Density Lipoprotein, que significa lipoproteína de baixa densidade, essas partículas são as principais transportadoras de lipídios.

Parte do LDL é metabolizado no fígado e utilizado para fabricar membranas celulares. Após ser absorvido pelo intestino, o colesterol é transportado até os tecidos sob a forma de LDL.

O excesso de colesterol no sangue prejudica a captação desse complexo pela célula: ele oxida e começa se depositar na parede das artérias, causando aterosclerose. Por isso o LDL é chamado de colesterol “ruim” ou “mau”.



HDL (High Density Lipoprotein)
Do inglês, High Density Lipoprotein, HDL significa lipoproteína de alta densidade.

As HDL são as principais transportadoras de fosfolipídios. Quando estão circulando na corrente sanguínea, elas captam parte do colesterol que está em excesso no sangue e o transporta até o fígado. No fígado, ele é convertido em bile.



Alguns especialistas acreditam que o HDL também remove o colesterol que está depositado nas placas que causam aterosclerose, fazendo com que a formação dessas placas seja mais lenta. Acreditam também que a ingestão de óleos vegetais insaturados aumenta a produção de HDL e mantém os níveis de colesterol normais.

Por esse motivo o HDL é chamado de “bom” colesterol.
Desde que estejam dentro da normalidade, são desejáveis taxas “altas” de HDL e baixas de LDL, pois essa proporção é fundamental para evitar problemas cardiovasculares. Uma taxa de colesterol total de até 200 mg/mL de sangue é aceitável. Acima de 240 mg/mL de sangue já pode ser prejudicial à saúde.

Adaptado de Infoescola.
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Lei de Murphy

Postado por Lucas Rodrigues quinta-feira, 19 de julho de 2012 0 comentários

Introdução
Você está preso em um congestionamento gigantesco e está louco para chegar em casa, mas para seu desânimo, percebe que todas as outras faixas parecem estar andando, menos a sua. Você muda de faixa, mas assim que passa para outra faixa, os carros param. Com o carro parado, você nota que todas as faixas (incluindo a que você acabou de abandonar) estão andando - menos a sua.

Bem-vindo ao irritante mundo da Lei de Murphy. Essa expressão diz que tudo que pode dar errado vai dar errado. E pode ser isso mesmo. Não é devido a algum poder misterioso que a lei tenha. Na verdade, somos nós que damos importância à Lei de Murphy. Quando tudo dá certo, nem pensamos nisso. Afinal, esperamos que as coisas funcionem a nosso favor. Mas quando algo dá errado, procuramos razões.

Pense sobre caminhar. Quantas vezes você chegou ao seu destino e pensou "Nossa! Eu caminho muito bem!"? Mas se você tropeça no meio-fio e rala o joelho, aposto que você vai pensar por que isso tinha que acontecer com você.

A Lei de Murphy tira vantagem da nossa tendência de enfatizar o negativo e não perceber o que é positivo. Ela se baseia nas leis da probabilidade - a possibilidade matemática de que algo vai acontecer.

Quem foi o capitão Edward A. Murphy Jr.?
Acredite ou não, Murphy existiu e morou nos Estados Unidos até sua morte em 1990. O capitão Edward A. Murphy Jr. era engenheiro da Força Aérea. Apesar de ter participado de outros testes de design de engenharia nas suas carreiras civil e militar, foi um teste do qual ele participou - quase por acaso - que deu origem à Lei de Murphy.


Em 1949, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, oficiais conduziam os testes do projeto MX981 para determinar de uma vez por todas quantos Gs (a força da gravidade) um ser humano poderia suportar. Eles acreditavam que suas descobertas poderiam ser aplicadas a futuros designs de aviões.

A equipe usou um trenó foguete chamado "Gee Whiz" para simular a força de uma colisão aérea. O trenó andou a mais de 320 km/h em um trilho de 800 metros, chegando a uma brusca parada em menos de um segundo. O problema era que, para descobrir quanta força uma pessoa aguentaria, a equipe precisava de uma pessoa de verdade para fazer o experimento. É aí que entra o coronel John Paul Stapp. Stapp foi um físico de carreira da Força Aérea e se ofereceu para dar uma volta no trenó-foguete. Durante vários meses, Stapp andou várias vezes no aparelho e cada volta era uma tortura física. Ele acabou com ossos quebrados, concussões e vasos sanguíneos rompidos nos olhos, tudo em nome da ciência.

Murphy frequentou um desses testes, levando um presente: um conjunto de sensores que poderiam ser presos às cintas que prendiam Stapp ao trenó-foguete. Os sensores eram capazes de medir a quantidade exata de força G aplicada quando o trenó-foguete fazia a parada súbita, tornando os dados mais confiáveis.

Há várias histórias sobre o que aconteceu naquele dia e sobre quem contribuiu com o quê para a criação da Lei de Murphy, mas o que segue está bem próximo do que aconteceu realmente.

O primeiro teste depois que Murphy prendeu seus sensores nas cintas produziu uma leitura igual a zero - todos os sensores haviam sido conectados de forma incorreta. Para cada sensor, havia duas maneiras de fazer a conexão e cada um deles foi instalado de maneira incorreta.

Quando Murphy descobriu o erro, resmungou alguma coisa sobre o técnico, que foi supostamente responsabilizado pelo estrago. Murphy disse algo como "se há duas formas de fazer alguma coisa e uma delas vai resultar em um desastre, é assim que ele vai fazer".

Pouco tempo depois, Murphy voltou para o Aeroporto Wright, sua base. Mas Stapp, conhecido por seu senso de humor e perspicácia, reconheceu a universalidade do que Murphy havia dito e em uma coletiva de imprensa disse que a segurança da equipe do trenó foguete deveu-se à Lei de Murphy. Ele disse à imprensa que a Lei significava que "Tudo que pode dar errado dá errado".

Bastou isso. A Lei de Murphy começou a aparecer em publicações aeroespaciais e, logo depois, caiu na cultura popular tendo inclusive sido transformada em livro nos anos 70.

Evitando a Lei de Murphy
Enquanto a maioria de nós gosta da Lei de Murphy pela capacidade de explicar nosso senso de impotência em certos casos, outros enxergam a lei como uma ferramenta. Pelo menos uma pessoa a vê como uma equação matemática que pode prever as chances de processos darem errado. Joel Pel, engenheiro biológico da University of British Columbia (em inglês), criou uma fórmula que prevê a ocorrência da Lei de Murphy.


A fórmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas variáveis. Nesta fórmula, Pel usa a importância do evento (I), a complexidade do sistema envolvido (C), a urgência da necessidade de o sistema funcionar (U) e a frequência com que o sistema é usado (F).

Em um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, Pel usa o exemplo de prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel (em inglês) em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre. Usando a Equação de Murphy, Pel chegou a uma resposta igual a 1, o que significa que a embreagem do Tercel com certeza vai quebrar em uma tempestade. Apesar de todos que conhecem um Tercel esperarem que isso aconteça, é um certo consolo saber que isso pode ser previsto matematicamente [fonte: Science Creative Quarterly (em inglês)].

A Lei de Murphy lembra aos engenheiros, programadores de computador (em inglês) e cientistas uma verdade muito simples: sistemas falham. Em alguns casos, a falha de um sistema significa que o experimento deve ser repetido. Em outros casos, o resultado de uma falha pode custar muito mais caro.

A NASA sabe disso. A agência espacial já teve inúmeras falhas e, apesar de o número ser proporcionalmente pequeno em relação ao seu sucesso, as falhas geralmente custam muito caro. Ironicamente, no caso de uma nave não tripulada em órbita, um conjunto de sensores tinha duas maneiras de ser conectado e - exatamente como aconteceu no teste Gee Whiz de Murphy - todos os sensores foram conectados de maneira incorreta. Quando os sensores não funcionaram como havia sido projetado, os pára-quedas, cujo propósito era diminuir a velocidade da nave não abriram, e a nave se estraçalhou no meio do deserto [fonte: MSNBC (em inglês)].

São exemplos como esse, junto com a consciência da Lei de Murphy, que levaram designers a instalar dispositivos de segurança. Há vários exemplos desses equipamentos à nossa volta. Alguns são sistemas que usam escolhas limitadas para reduzir erros, como pinos de tamanhos diferentes em um plugue elétrico. Outros são mecanismos que evitam que as coisas passem de ruim para pior em caso de falha, como as máquinas de cortar grama que têm alavancas que precisam ser pressionadas para a máquina funcionar. Se a pessoa que opera a máquina soltar a alavanca, o cortador pára de funcionar.

Dispositivos de segurança também são conhecidos como "à prova de idiotas". Mas a Lei de Murphy tende a entrar em ação, mesmo quando todo cuidado foi tomado para garantir que falhas ou catástrofes não aconteçam. Isso nos leva à última lei relacionada à Lei de Murphy que mencionaremos: a Lei de Grave, que diz que "se você faz algo à prova de idiotas, o mundo criará um idiota melhor".

Adaptado de How Stuff Works.
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Cão de Pavlov

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O cão é o protagonista de uma experiência revolucionária, que aconteceu há 100 anos e mudou a forma como o ser humano enxerga a si mesmo. Na verdade, não havia apenas um cão nessa história, mas vários.

À primeira vista, a coisa parece banal. Um célebre médico russo do início do século 20, chamado Ivan Pavlov, treinou cachorros para que eles ficassem com água na boca sem que houvesse nenhuma comida por perto. A coisa funcionava assim: toda vez que os bichos eram alimentados, o médico tocava uma sineta. Com o tempo, os cães começaram a associar as badaladas à comida. E chegavam a babar famintos só de ouvir o sino, mesmo que o prato deles estivesse vazio.

Muitos podem lembrar que já ensinaram truques parecidos para seus cãozinhos, mas a experiência de Pavlov tinha um propósito bem mais nobre do que disciplinar o melhor amigo do homem. A idéia do médico russo era propor uma novidade científica: os reflexos condicionados.

Os seres vivos já nascem com certos reflexos - em outras palavras, são programados para terem determinadas reações diante de situações específicas. Se um surfista no mar tromba com um tubarão, por exemplo, seus músculos ficam tensos e sua atenção, pra lá de redobrada. Afinal, o corpo dele concentra energia automaticamente para fugir daquela ameaçadora boca cheia de dentes. Isso é uma amostra clássica de um reflexo natural.

O que Pavlov descobriu é que esses reflexos também podem ser criados do nada, sem um motivo concreto para eles entrarem em ação, além de não funcionarem apenas com animais. Lembra o filme Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975? Sempre tocava a mesma trilha sonora de suspense antes de o tubarão-protagonista atacar algum personagem. Chega uma hora no filme em que as notas musicais, sozinhas, já metem medo nos espectadores, mesmo que nem haja um tubarão na cena.

"Os espectadores, nesse caso, reagem como os cães de Pavlov: ficam tensos ao ouvir a música quando percebem, ao longo do filme, que ela indica morte", diz o psicólogo Edward Kardas, da Universidade Southern Arkansas, nos Estados Unidos. Enfim, Pavlov descobriu que esse tipo de condicionamento pode ser a base do comportamento humano. E de vários problemas da nossa mente. Segundo ele, os psicóticos sofreriam mais do que as pessoas comuns justamente por causa do condicionamento. Por algum motivo, eles perceberiam qualquer estímulo externo, como um singelo "bom-dia!", como uma forma de agressão. As pesquisas do médico russo também chegaram a lugares bem distantes dos consultórios. A própria publicidade usa essas descobertas a seu favor. Por exemplo: quando algum comercial tenta associar a idéia de liberdade com a imagem de uma marca de cigarro ou a de felicidade com uma rede de fast-food, as idéias do russo estão lá, bem no fundo.

Afinal, como os cães de Pavlov, nós também podemos ser treinados para babar à toa...

Adaptado de Mundo Estranho.
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Gato de Schrödinger

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É uma das idéias mais bizarras já produzidas pela mente humana. Trata-se de uma experiência imaginária, na qual um gato, no papel de cobaia, está vivo e morto ao mesmo tempo! E não estamos falando de espiritismo, mas de mecânica quântica, o ramo da física que estuda o estranhíssimo mundo das partículas subatômicas (menores que os átomos).

A hipótese foi concebida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger, um dos mais brilhantes cientistas do século XX. Sua intenção era mostrar como o comportamento das partículas subatômicas parece ilógico se aplicado numa situação fácil de ser visualizada, como um gato preso numa caixa fechada.
Na situação proposta por ele, a vida do animal ficaria à mercê de partículas radioativas. Se elas circulassem pela caixa, o gato morreria; caso contrário, ele permaneceria vivo. Até aí, não há nada de mais.

A história fica maluca mesmo quando analisada de acordo com as leis do mundo subatômico, segundo as quais ambas as possibilidades podem acontecer ao mesmo tempo - deixando o animal simultaneamente vivo e morto. Mas e se um cientista olhasse para dentro da caixa? Ele não veria nada de mais, apenas um gato - vivo ou morto. Isso porque, segundo a física quântica, se houvesse o mínimo de interferência, como uma fonte de luz utilizada para observar o fenômeno, as realidades paralelas do mundo subatômico entrariam em colapso e só veríamos uma delas.

Por isso, nem adianta tentar realizar a experiência na prática. Achou difícil entender essa maluquice? Tudo bem, os melhores físicos têm o mesmo problema. "Esse exemplo mostra que ainda não entendemos as implicações mais profundas da mecânica quântica", afirma o holandês Gerardus ’t Hooft, vencedor do Nobel de Física de 1999.


Experiência surrealista

Para a física quântica, o animal pode estar vivo e morto ao mesmo tempo
1 - A caixa onde seria feita a hipotética experiência de Schrödinger contém um recipiente com material radioativo e um contador Geiger, aparelho detector de radiação. Se esse material soltar partículas radioativas, o contador percebe sua presença e aciona um martelo, que, por sua vez, quebra um frasco de veneno

2 - De acordo com as leis da física quântica, a radioatividade pode se manifestar em forma de ondas ou de partículas - e uma partícula pode estar em dois lugares ao mesmo tempo! As ondas brancas desenhadas aqui representam as probabilidades de ocorrência dessa dupla realidade, quando, na mesma fração de segundo, o frasco de veneno quebra e não quebra

3 - Aqui o gato aparece vivo, porque, nessa versão da realidade, nada foi detectado pelo contador Geiger.

3a - Aqui o gato surge morto, pois nessa outra versão do mesmo instante de tempo o contador Geiger detectou uma partícula e acionou o martelo. O veneno do frasco partido matou o bichano.

4 - Seguindo o raciocínio de Schrödinger, as duas realidades aconteceriam simultaneamente e o gato estaria vivo e morto ao mesmo tempo até que a caixa fosse aberta. A presença de um observador acabaria com dualidade e ele só poderia ver ou um gato vivo ou um gato morto.

Adaptado de Mundo Estranho.
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Manteiga ou Margarina, qual a mais Saudável?

Postado por Lucas Rodrigues quarta-feira, 27 de junho de 2012 0 comentários

Essa é uma pergunta importante, pois esses dois produtos são alimentos muito calóricos
(9 Kcal/g) que fornecem basicamente gordura. Por isso, é importante sabermos o tipo de
gordura que cada uma nos fornece.

A manteiga é de origem animal, rica em gorduras saturadas e colesterol. É o resultado do
batimento da nata do leite até que se transforme em uma emulsão cremosa, como conhecemos. Cerca de 80% da manteiga é gordura, os 20% restantes se dividem em água
e resíduos de lactose (o açúcar do leite) e de butirina (a proteína do leite). Como é
natural, a manteiga não tem gordura hidrogenada nem a gordura interesterificada (um tipo
de óleo vegetal modificado quimicamente) e portanto é sempre zero gordura trans. Isso
significa que é muito mais fácil de ser metabolizada, com isso seu tempo de permanência
no estômago é menor.

No entanto, a quantidade de gordura saturada é muito alta fazendo com que a manteiga
seja mais calórica. Mas para que a manteiga não se torne a grande vilã, além de mais
saborosa, ela contém vitamina A, coisa que não encontramos na margarina.

A margarina é derivada de óleos vegetais líquidos que por causa de um processo químico
acabam se tornando cremosos e sólidos. A margarina de antigamente, era rica em gordura
trans, uma gordura que não é reconhecida pelo nosso organismo e com o tempo acabam se
acumulando nas veias e artérias. Hoje em dia, por exigência da ANVISA, as margarinas que
estão a venda geralmente apresenta muito baixo índice de gordura trans
(de 0 a 0,3 g/porção), mas possuem gordura interesterificada, uma forma de os
fabricantes substituírem a trans sem perder a cremosidade.

Ou seja, a manteiga é mais calórica, contém vitamina A e é mais fácil de ser 
metabolizada porque é natural, e a margarina é uma substância com gordura trans controlada e de origem química.

Adaptado de Diário de Biologia.
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Por que a língua da cobra é Bifurcada?

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As cobras são animais completamente surdos. Isso mesmo, elas não podem detectar
nenhum som pelo ar como nós podemos. E isso passou a ser um problema para esses
animais, pois como são predadores precisam caçar e sem ouvir fica tudo mais complicado.

A língua bifurcada veio com a evolução desses animais para ajudá-los a procurar o caminho
até o alimento podendo detectar vibrações no solo não só com língua, mas também com
sensores espalhados pelo corpo. Para encontrar e capturar sua presa, as serpentes utilizam
sua língua bifurcada que serve como um dispositivo de rastreamento. A bifurcação é
proposital para aumentar o seu campo de alcance.

Tirando a língua várias vezes da boca, ela espera sentir literalmente o “gosto” do ar e do
solo. A língua bifurcada detecta substâncias químicas, odores e aromas do ambiente que são
processados para a interpretação. Acredita-se que uma serpente encontra sua presa apenas
sentindo seu cheiro, podendo seguir suas pegadas apenas provando o ar e o solo com sua
língua bifurcada.

Adaptado de Diário de Biologia.
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Por que nossos Olhos ficam Vermelhos nas Fotos?

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Essa reação é resultado do reflexo do flash na nossa retina. Isso significa que para os
olhos ficarem vermelhos é preciso estar usando flash na sua máquina.

A retina é uma membrana que temos nos olhos que é responsável pela formação de imagens
que conseguimos ver. É como se fosse uma tela onde se projetam as imagens. Na verdade
nossa retina retém as imagens e as leva para o cérebro pelo nervo óptico através de impulsos elétricos.

Quando uma foto com flash é feita, a luz que sai da câmera entra nos olhos passando pela 
córnea e pelo cristalino até chegar ao fundo do olho e alcançar a retina. Essa luz bate e 
retorna para fora, refletindo a coloração vermelha da retina, que é assim devido fluxo de 
sangue intenso neste local.

Este efeito, no entanto, não aparece em todas as fotos com flash que tiramos. Ele só
acontece se a pessoa tiver com o olhar bem para frente da câmera, que favorece um
ângulo ideal para que a luz chegue à retina e volte direto para a lente.

Adaptado de Diário de Biologia.
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Por que a água do Mar forma Espuma?

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários

A água do mar, não é apenas água. Se você encher um copo transparente com um pouco
de água do mar, você terá uma água cheia de pequenas partículas como sais dissolvidos,
proteínas, gorduras, algas mortas, e um monte de outras porções de matéria orgânica.

E então, se você agitar o copo vigorosamente, pequenas bolhas irão se  formar na
superfície do líquido. O que acontece é que a formação de bolhas (espuma) pode acontecer
em qualquer líquido que contenha uma grande quantidade de compostos orgânicos
dissolvidos.

Na água do mar temos uma quantidade inesgotável desses compostos resultantes de
fenômenos químicos que ocorrem a partir dos seres vivos que lá vivem. Por isso, os mares
e oceanos constituem um caldo riquíssimo em matéria orgânica, que são ingredientes
indispensáveis para a formação das bolhas que formam a espuma.

Na água do mar, as algas são as principais fontes de matéria orgânica para formação de
espumas espessas. Quando ocorrem grandes florações de algas, elas liberam na água do
mar grandes quantidades de matéria em decomposição. Com a agitação das ondas, essa
matéria orgânica é agitada formando a espuma branquinha que tanto embeleza a crista
das ondas.

Ou seja, a espuma do mar é formada graças a matéria orgânica dispersa na água!

Adaptado de Diário de Biologia.
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Entenda como é o Fuso Horário

Postado por Lucas Rodrigues terça-feira, 26 de junho de 2012 0 comentários

A Terra é uma circunferência, e por isso, tem 360 graus. Ou seja, podemos traçar
meridionais a cada 1 grau. O meridiano de Greenwich é a linha traçada verticalmente
no meio da Terra (zero grau) e dá a volta nela. O Equador é a linha traçada
horizontalmente no meio da Terra (zero grau) e dá a volta nela.

Como temos 24 horas em um dia, 360 meridionais (de 1 grau cada) dividido por 24 horas...
Teremos uma hora a mais a cada 15 meridionais (de 1 grau) para a direita e uma hora
a menos a cada 15 meridionais (de 1 grau) pra esquerda.

Exemplo:

Se for 12hs (meio dia) no meridiano de Greenwich (zero grau), no meridiano de 15 graus
a leste dele será 13hs. E no meridiano de 150 graus a leste de Greenwich será 22hs.
E no meridiano de 120 graus a oeste de Greenwich será 4hs.

Obs.: Os meridianos de 180 graus são o mesmo! Porque a Terra é redonda, então
imagine esse esquema acima em volta da terra, os meridianos de 180 graus irão coincidir.

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Capacitor

Postado por Lucas Rodrigues quarta-feira, 20 de junho de 2012 1 comentários

Capacitor ou condensador é um componente que armazena energia num campo elétrico,
acumulando um desequilíbrio interno de carga elétrica.

Historicamente, a ideia de seu uso baseia-se na Garrafa de Leiden inventada acidentalmente
em 1746 por Pieter van Musschenbroek na cidade de Leyden na Holanda.

Visão Geral:
Os formatos típicos consistem em dois eletrodos ou placas que armazenam cargas opostas.
Estas duas placas são condutoras e são separadas por um isolante ou por um dielétrico.
A carga é armazenada na superfície das placas, no limite com o dielétrico. Devido ao fato
de cada placa armazenar cargas iguais, porém opostas, a carga total no dispositivo é sempre 
zero.





Quando uma diferença de potencial V = Ed é aplicada às placas deste capacitor simples, surge um campo elétrico entre elas. Este campo elétrico é produzido pela acumulação de uma carga nas placas.







Capacitância:
A propriedade que estes dispositivos têm de armazenar energia elétrica sob a forma de
um campo eletrostático é chamada de capacitância ou capacidade (C) e é medida pelo
quociente da quantidade de carga (Q) armazenada pela diferença de potencial ou
tensão (V) que existe entre as placas:


Pelo Sistema Internacional de Unidades (SI), um capacitor tem a capacitância de um 
farad (F) quando um coulomb de carga causa uma diferença de potencial de um volt (V) 
entre as placas. O farad é uma unidade de medida considerada muito grande para circuitos
práticos, por isso, são utilizados valores de capacitâncias expressos em microfarads (μF),
nanofarads (nF) ou picofarads (pF).

A equação acima é exata somente para valores de Q muito maiores que a carga do
elétron (e = 1,602 × 10^−19 C). Por exemplo, se uma capacitância de 1 pF fosse carregada
a uma tensão de 1 µV, a equação perderia uma carga Q = 10^−19 C, mas isto seria impossível
já que seria menor do que a carga em um único elétron. Entretanto, as experiências e as
teorias recentes sugerem a existência de cargas fracionárias.

A capacitância de um capacitor de placas paralelas constituído de dois eletrodos planos
idênticos de área A separados à distância constante d é aproximadamente igual a:


Onde:
- C é a capacitância em farad
- ε0 é a permissividade eletrostática do vácuo ou espaço livre
- εr é a constante dielétrica ou permissividade relativa do isolante utilizado.

Energia:
A energia (no SI, medida em Joules) armazenada em um capacitor é igual ao trabalho
feito para carregá-lo. Considere um capacitor com capacitância C, com uma carga +q em
uma placa e -q na outra. Movendo um pequeno elemento de carga dq de uma placa para
a outra contra a diferença de potencial V = q/C necessita de um trabalho dW:


Nós podemos descobrir a energia armazenada em um capacitor integrando essa equação. Começando com um capacitor descarregado (q=0) e movendo carga de uma placa para a
outra até que as placas tenham carga +Q e -Q, necessita de um trabalho W:


Glossário:

1. ^
Mostra que o número a seguir é uma potência, está "elevado".
Ex: 1,602 × 10^−19 C.

Adaptado de Wikipédia. Veja mais!
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Garrafa de Leiden

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários

A garrafa de Leiden (ou de Leyden) é uma espécie primitiva de capacitor, dispositivo
capaz de armazenar energia elétrica. Foi inventada acidentalmente em 1746 por Pieter van Musschenbroek, professor da Universidade de Leiden, Países Baixos, que estudou suas
propriedades e a popularizou.

O dispositivo original era composto por uma garrafa de vidro com água no seu interior, com
uma rolha perfurada por uma haste metálica que ficava em contato com a água.

Quando a garrafa era segurada pela mão de um operador e a haste posta em contato com o
terminal de uma máquina eletrostática, uma grande quantidade de carga elétrica era acumulada
sobre as paredes da garrafa, com polaridades opostas dentro e fora.

Se o operador então tocava a haste com a outra mão, recebia um forte choque elétrico
causado pela repentina descarga da garrafa.

Logo se descobriu que a água não era necessária, e que era mais eficiente cobrir as paredes interna e externa da garrafa com folha metálica, deixando a folha interna em contato com a haste metálica.

A descoberta da garrafa de Leiden levou a grandes avanços na compreensão dos fenômenos elétricos, pois se passou a ter uma forma melhor de armazenar cargas elétricas significantes
em pequeno espaço (uma garrafa de Leiden com 111 pF de capacitância armazena tanta
carga quanto uma esfera isolada com 2 metros de diâmetro, para a mesma tensão).
Sua evolução levou aos capacitores usados em eletricidade e eletrônica atualmente.

Adaptado de Wikipédia.
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Primavera Árabe

Postado por Lucas Rodrigues sábado, 16 de junho de 2012 0 comentários

Os protestos no mundo árabe em 2010-2012, também conhecidos como a Primavera
Árabe, são uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no
Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010.

Os protestos têm compartilhado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas
envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias
sociais, como Facebook, Twitter e Youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a
população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão e censura na
Internet por partes dos Estados.

A revolução democrática árabe é considerada a primeira grande onda de protestos laicistas
e democráticos do mundo árabe no século XXI. Os protestos, de índole social e, no caso
de Túnis, apoiada pelo exército, foram causados por fatores demográficos estruturais,
condições de vida duras promovidas pelo desemprego, ao que se aderem os regimes
corruptos e autoritários revelados pelo vazamento de telegramas diplomáticos dos
Estados Unidos divulgados pelo Wikileaks. Estes regimes, nascidos dos nacionalismos
árabes dentre as décadas de 1950 e 1970, foram se convertendo em governos repressores
que impediam a oposição política credível que deu lugar a um vazio preenchido por
movimentos islamistas de diversas índoles.

Adaptado de Wikipédia.
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Base de Arrhenius

Postado por Lucas Rodrigues sábado, 9 de junho de 2012 0 comentários

De acordo com a teoria de Arrhenius, base é toda a substância que aumenta a concentração
de íons hidroxila (OH-) pela sua dissociação em meio aquoso. Assim, aumenta o pH do
meio e diminui, por consequência, o pOH. De um modo geral, possuem sabor adstringente,
além de reagirem com ácidos de Arrhenius formando algum sal e água.

Classificação:
As bases de Arrhenius seguem determinadas classificações que, em tese, dependem do
número de hidroxilas ligadas ao átomo central.

Quanto ao número de OH- da molécula:
Monobases: KOH, NaOH, LiOH;
Dibases: Mg(OH)2, Ca(OH)2, Ba(OH)2;
Tribases: Al(OH)3, Fe(OH)3;
Tetrabases: Sn(OH)4, Pb(OH)4;

Quanto à força (capacidade de dissociação):
Fortes: Todos os hidróxidos de metais das famílias 1A e 2A. A exceção dos hidróxidos de
berílio e de magnésio;
Fracas: Os demais hidróxidos metálicos e de amônio (NH4OH);

Quanto à solubilidade (meio aquoso):
Solúveis: Todos os hidróxidos da família 1A e o hidróxido de amônio;
Pouco solúveis: Hidróxidos da família 2A, em geral;
Insolúveis: As demais bases. Sendo que, uma ínfima parcela sempre se dissolve, mas
é desconsiderada em relação ao total.

Mais informações sobre as bases: Info Escola.
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