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Louva-Deus come Pássaros?

Postado por Lucas Rodrigues quarta-feira, 11 de julho de 2012 0 comentários

Os Louva-deus são insetos da ordem mantodea e possuem tantas particularidades que são chamados de insetos alienígenas, não só pelas suas características morfológicas que lembram filmes de alien, mas também pela sua dieta carnívora incrivelmente desproporcional para um inseto. Inclusive, eles tem um costume nem um pouco normal em que as fêmeas comem a cabeça do macho após a cópula.

Tantos rodeios para confirmar: os Louva-deus são ávidos caçadores de pássaros SIM, tendo preferência principalmente pelos beija-flores que são aves menores. São máquinas de matar perfeitas, armadilhas vivas, podendo inclusive caçar pequenas lagartixas e morcegos menores. O ataque conta com garras dianteiras espinhosas com formato de pinça e um reflexo tão rápido que é impossível acompanhar um “bote” a olho nú.

O ataque consiste esperar a distração da vítima por muito tempo, podendo chegar a horas. O Louva-Deus usa os espinhos das pernas anteriores para prender a ave pelo peito não muito maior que ele (quase sempre um beija-flor) e então devora a carne daquela região. Vejam nas fotos!


Adaptado de Diário de Biologia.
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Artrópodes

Postado por Lucas Rodrigues domingo, 3 de junho de 2012 3 comentários

Os Artrópodes (do grego arthros (ἄρθρον): articulado e podos (ποδός): pés ou patas)
são invertebrados que possuem um exoesqueleto rígido, e vários pares de apêndices
articulados, cujo número varia de acordo com as classes.

Compõem o maior filo de animais existentes, representados por animais como os
gafanhotos (insetos), as aranhas (aracnídeos), os caranguejos (crustáceos), as centopeias (quilópodes) e os piolhos-de-cobra (diplópodes). Têm cerca de um milhão de espécies
descritas, e estima-se que os representantes deste filo equivalem a cerca de 84% de todas
as espécies de animais conhecidas pelo homem.

Sua existência é datada nos registros fósseis desde o período Cambriano (cerca de 542 a
488 milhões de anos atrás), onde criaturas como as Trilobitas eram encontradas em
abundância nos oceanos. Algumas teorias sobre a origem deste filo sustentam que os
ancestrais dos artrópodes podem ter sido os anelídeos (vermes de corpo segmentado em
anéis) ou de algum outro ancestral em comum.

Ambientes:
Os artrópodes habitam praticamente todos o tipos de ambientes no planeta, sejam eles
aquáticos ou terrestres. Mesmo nos lugares mais inóspitos e sob temperaturas baixíssimas,
como nas geleiras da Antártida, é possível encontrar a presença dos artrópodes.

Alguns dentre a classe dos insetos, representam os únicos invertebrados que possuem
a capacidade de voar. Por exemplo a abelha e a borboleta, abaixo:


Também se encontram alguns que são parasitas e outros que apresentam características
simbióticas. Muitos destes animais estão diretamente ligados ao homem, seja por serem
utilizados como alimento, como também por causarem prejuízos na saúde e na agricultura.

Anatomia dos Artrópodes:
Os artrópodes têm apêndices articulados e o corpo segmentado, envolvido num
exoesqueleto de quitina. São as "patas articuladas" que dão o nome ao filo e que o separam
dos filos mais próximos, os Onychophora e os Tardigrada.

O exoesqueleto é uma camada de cutícula quitinosa que reveste externamente todo o
corpo dos artrópodes. Ele apresenta placas articuladas e contínuas. A presença de fenol
na placa a deixa mais rígida e com a cor mais escura.

Eles são animais metamerizados, isto é, têm corpo segmentado, mas sua metameria não
é tão evidente como a dos anelídeos; isso porque sua metameria é heteronôma: os
metâmeros (segmentos) diferenciam-se durante o desenvolvimento, alguns deles fundindo-se
para a formação de tagmas que, como nos insetos, são tipicamente:

- Cabeça
- Tórax
- Abdómen

Dentre as diferentes classes de artrópodes há casos em que dois ou mais tagmas se unem
formando uma única peça como é o caso de certos grupos de crustáceos em que os tagmas
cabeça e tórax se unem formando o cefalotórax.

Para poderem crescer, os artrópodes têm de se desfazer do exosqueleto "apertado" e
formar um novo, num processo designado muda ou ecdise(é uma troca periódica do
exoesqueleto, sendo o tempo e a quantidade de trocas variáveis de acordo com a espécie
e as condições ambientais).

Por fazerem mudas, eles fazem parte do clado Ecdysozoa, que é um dos maiores grupos
do reino animal, incluindo ainda os nematódeos, os Nematomorpha, os Tardigrada, os
Onychophora, os Loricifera, os Priapulida e os Cephalorhyncha.

Excreção:
Diferentemente de anelídeos e moluscos,a excreção dos artrópodes é realizada por
Túbulos de Malpighi,ou por glândulas especializadas, e não por nefrídeos.

Sistema Circulatório:
O sistema circulatório dos artrópodes consiste numa bateria de corações que se dispõem
ao longo do corpo e que bombeiam a hemolinfa, que se encontra banhando os tecidos.
Nos insetos, os pigmentos respiratórios estão ausentes.

Sistema Nervoso:
O sistema nervoso, de um modo geral, é como o dos anelídeos: gânglios cerebróides
anterior dorsal, seguido de um par de nervos ventrais, com um par de gânglios por segmento.
Porém nos artrópodes existe um alto grau de cefalização, o cérebro é formado pela
fusão dos gânglios cerebróides, e tem três regiões distinguidas: o protocérebro, o
deuterocérebro e o tritocérebro.

Reprodução:
Os artrópodes são geralmente dióicos (com fecundação interna) utilizando de apêndices
modificados para transferência de espermatozóides.

Glossário:

1. Quilópodes
Os quilópodes, centípedes ou centopeias são organismos da classe Chilopoda do filo dos
artrópodes que inclui centopeias e lacraias. São animais de rápida locomoção, carnívoros
e não se enrolam.

Quilópodes ou centípedes ou centopeias apresentam entre 15 e 191 pares de pernas
dependendo de espécie e tamanho. O número de pares é sempre ímpar e por isso nenhum 
tem exatamente 100, a maioria das espécies de centopeias de grande porte utiliza destas
patas como forma para mergulhar na terra, e como poucos insetos rastejantes, ela tapa o
buraco que faz na terra sempre ao passar, como forma de defesa.

2. Diplópodes
Diplópode (ou diplópodo, milípede ) é qualquer organismo da classe Diplopoda do
filo dos Artrópodes que inclui os embuás, piolhos-de-cobra e gongôlos.

Possuem um corpo cilíndrico, com um par de antenas, olhos simples e dois pares de patas locomotoras por segmento (que podem variar de 20 a 100) e seu sistema respiratório é
traqueal. Sua reprodução é sexuada. Todos os diplópodes são ovíparos (se desenvolvem
dentro de um ovo).

Os Diplópodes antigamente pertenciam à classe dos Miriápodes, junto com os Quilópodes. 
As diferenças entre as duas novas classes são que Quilópodes tem forcípulas (que 
inoculam veneno), Diplópodes tem antenas; Quilópodes são carnívoros, Diplópodes são 
herbívoros; Diplópodes são cilíndricos,Quilópodes são achatados; Quilópodes tem 1 par 
de patas por segmento, Diplópodes tem 2 pares de patas por segmento.

3. Trilobitas

Os trilobitas são artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registo fóssil. O grupo, classificado na classe Trilobita da sub-classe Trilobitomorpha, é exclusivo de ambientes marinhos.
Os trilobitas possuíam um exoesqueleto de natureza quitinosa que, na zona dorsal, era impregnado de carbonato de cálcio, o que lhes permitiu deixar abundantes fósseis. Seu nome (trilobita) é devido a presença de três lobos que podem ser visualizados (na maior parte dos casos) em sua região dorsal (um central e dois laterais).

4. Simbiose
Simbiose é uma relação mutualmente vantajosa, na qual, dois ou mais organismos
diferentes são beneficiados por esta associação.
Há alguma indefinição nos conceitos associados a este termo. Assim, dever-se-á ter
presente que a simbiose implica uma inter-relação de tal forma íntima entre os 
organismos envolvidos que se torna obrigatória. Quando não existe obrigatoriedade
na relação, dever-se-á utilizar antes o termo/conceito protocooperação.

5. Onychophora
Onychophora (do grego: onyx, garra + pherein, possuir) é um filo de animais segmentados, bilaterais, vermiformes terrestres. Devido às muitas papilas na superfície do corpo, esses animais costumam ser denominados vermes-aveludados (velvet-worms).

Foram descritos pela primeira vez pelo Reverendo Lansdown Guilding em 1826 como uma espécie de lesma (molusco). Atualmente, estes organismos representam uma derivação dos Annelida.

6. Tardigrada
Tardigrada (do latim: tardus, lento + gradus, passo) é um filo de pequenos animais segmentados, relacionados com os artrópodes. Popularmente são conhecidos como ursos d'água ou como tardígrados, um aportuguesamento derivado do nome do filo. Foram descritos pela primeira vez por J.A.E. Goeze em 1773. O nome Tardigrada foi dado por Spallanzani em 1776. São em maioria fitófagos, mas alguns são predadores, como o Milnesium tardigradum.

7. Fitófago (Herbívoro)
No caso dos insetos que se alimentam de plantas ou de alguns dos seus produtos (como
as borboletas e outros animais que se alimentam de néctar, ou os mosquitos machos que
se alimentam da seiva), o termo utilizado é fitófago e não herbívoro.

8. Tagmas

Na anatomia dos invertebrados, um tagma (plural tagmata) é um grupo de segmentos especializados de artrópodes como, por exemplo, a cabeça de um inseto.

O corpo dos artrópodes é dividido em muitos segmentos, também conhecidos como somitos ou metâmeros que, primariamente, são similares. Esses segmentos se agrupam em divisões especializadas chamadas tagmas. Os segmentos de um tagma podem estar completamente fundidos ou não.

9. Clado
Em cladística, um clado ou clade (do grego klados, ramo) é um grupo de organismos originados de um único ancestral comum. Em biologia se chama clado cada um dos ramos da árvore filogenética.

10. Ecdysozoa
Ecdysozoa é um clado de animais protostômios que reune os artrópodes, nemátodes e
outros sete filos. Inclui organismos que têm de se desfazer do exosqueleto "apertado" e
formar um novo para poderem crescer, um processo designado muda ou ecdise.

11. Nematomorpha
Nematomorpha é um filo do reino Animalia, constituido por parasitas ecologicamente semelhantes aos nemátodos, que afectam insectos ou crustáceos. Os nematomorfos atingem cerca de 1 metro de comprimento, para apenas alguns milímetros de diâmetro.
O seu habitat preferencial são cursos de água lenta, lagoas e zonas pantanosas.

12. Loricifera
Loricifera (do latim lorica, couraça (usada pelos antigos soldados romanos); e do grego phora, portador de) é um filo, hoje geralmente aceito como pertencente ao superfilo Ecdysozoa. Seus parentes mais próximos provavelmente são os Kinorhyncha e Priapulida, juntos eles constituem o táxon Scalidophora.

Os três filos dividem quatro características em comum: cutícula quitinosa, anéis de escálidos no introverto, floscúlios, e dois anéis de retração do introverto. Um grupo chamado Introverta é formado com os Kinorhyncha, Priapulida, Nematoda, e Nematomorpha.

13. Priapulida
Priapulida (do grego priapos, falo + ida, sufixo plural) é um filo do reino animal que inclui os vermes marinhos que possuem uma probóscide espinhosa. Os primeiros registos deste grupo surgiram no Câmbrico. O seu nome provém do grego Priapus que significa deus fálico, seu nome vernáculo é priápulo, da ordem Priapulida.

Habitam sedimentos lamacentos e arenosos do fundo marinho. Como os nematodas, são os asquelmintos com maior volume de pseudoceloma.




14. Probóscide
Probóscide (ou probóscida) é um apêndice alongado que se localiza na cabeça de
algumas espécies de animais. Também pode ser sinônimo de tromba.

15. Cephalorhyncha
Cephalorhyncha é um grupo de invertebrados dulcícola pseudocelomáticos marinhos
consistindo a árvore do filo Kinorhyncha, Priapulida, Nematomorpha e Loricifera. Esse
membros possuem algumas características comum como fase larval parasita, e vida
adulta livre.

Possuem corpo extremamente longo e fino, com uma média de 20cm e diâmetro de 1 a
2mm, simétrico e não segmentado. A cabeça é ligeiramente clara. A fase adulta é de curta
duração e voltada para a reprodução. O tubo digestivo do adulto degenera e o animal passa
a não se alimentar.

Se movimentam através de movimentos ondulatórios e percorrem o corpo no plano
dorsoventral. São mais móveis do que as espécies de água doce ou semiterrestres. Podem
ser localizados em praias e água costeiras.

16. Túbulos de Malpighi
Os túbulos de Malpighi são os principais órgãos excretores dos insetos. Estão presentes em
número de dois até várias centenas. Cada túbulo desemboca no intestino, entre as porções
média e posterior, enquanto a outra extremidade termina em fundo cego e, na maioria
dos insetos, situa-se na hemocele.

17. Hemolinfa
No caso dos artrópodes o "sangue" na maior parte das vezes não contém hemoglobina,
baseada em ferro, mas sim, hemocianina, baseada em cobre.

Adaptado de Wikipédia.
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Anelídeos

Postado por Lucas Rodrigues 0 comentários

Anelídeos (annelida - do latim annelus, pequeno anel + ida, sufixo plural) são vermes
segmentados com o corpo formado por "anéis" pertencentes ao filo Annelida como as
minhocas, poliquetas e sanguessugas.

Existem mais de 15.000 espécies destes animais em praticamente todos os ecossistemas,
terrestres, marinhos e de água doce. Encontram-se anelídeos com tamanhos de menos
de um milímetro até mais de 3 metros.

A característica mais peculiar do filo é a metametria, ou seja, a divisão do corpo em 
partes similares, ou segmentos, que estão dispostos em uma série linear ao longo
antero-posterior.

Os anelídeos são animais com corpo alongado, com simetria lateral, segmentado, triblásticos (possuem endoderme, ectoderme e mesoderme), protostómios (a boca foi desenvolvida
primeiro que o ânus) e celomados, ou seja, com a cavidade do corpo preenchida de
um fluido, onde o intestino e os outros órgãos se encontram suspensos.

Sistema Digestório:
O sistema digestório dos anelídeos é completo, com a boca situada no primeiro segmento
corporal e o ânus localizado no último segmento. A digestão é extracelular, o tubo
digestivo é bastante especializado, devido à variedade das dietas.

Muitas espécies são predadoras, como, por exemplo, os poliquetos carnívoros que
possuem mandíbulas para a captura de alimento; outras são detritívoras; as minhocas
possuem cecos intestinais e tifossole que aumenta a absorção do alimento; outras
alimentam-se por filtração, outras ainda ingerem sedimentos, dos quais o intestino tem de
separar a parte nutritiva; finalmente, as sanguessugas alimentam-se de sangue de outros
animais, por sucção.

Sistema Circulatório:
O sistema circulatório dos anelídeos é fechado, formado por vasos sanguíneos interligados,
composto por um vaso sanguíneo dorsal que leva o "sangue" no sentido da posterior e
outro ventral, que o traz na direcção oposta; em cada segmento, existe um par de vasos
sanguíneos laterais, conectando os vasos longitudinais dorsal e ventral.

Sistema Nervoso:
O sistema nervoso dos anelídeos é formado por um par de gânglios cerebrais, que está
localizado dorsalmente sobre a faringe e por dois cordões nervosos ventrais , com um par
de gânglios por metâmero.Várias espécies marinhas de anelídeo possuem órgãos sensoriais
bem desenvolvidos, como, por exemplo, tentáculos , olhos e papilas sensoriais.

Sistema Respiratório:
As sanguessugas e as minhocas não apresentam órgãos respiratórios especializados; as
trocas gasosas com o ambiente ocorrem através de toda a epiderme (respiração cutânea).

Os poliquetos também respiram pela superfície do corpo, podendo ainda ter brânquias.
Nas espécies que formam tubos, as brânquias concentram-se na região anterior do corpo,
projetando-se como um “espanador” para fora do tubo. Em outras espécies as brânquias
são filamentos finos e ligados às laterais de cada metâmero.

Reprodução:
A forma de reprodução dos anelídeos varia de espécie para espécie, podendo ser tanto
assexuada como sexuada. Um exemplo, são as minhocas que embora sejam animais
hermafroditas, pode ou não ser necessário duas minhocas para a reprodução. Elas se
unem de forma a ficarem os poros masculinos de uma encostados aos receptáculos
sêmen|seminais de outra, possibilitando, assim, a fecundação dos óvulos pelos
espermatozoides.

Caso a reprodução seja assexuada, os óvulos e os espermatozoides da própria minhoca
são liberados e agregados ao muco liberado pelo clitelo. O indivíduo formado é geneticamente
igual ao seu progenitor.

Adaptado de Wikipédia.
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Nematódeos (Nematelmintos)

Postado por Lucas Rodrigues quinta-feira, 31 de maio de 2012 0 comentários

Os nematódeos (também chamados de vermes cilíndricos) é considerado o grupo
de metazoários mais abundante na biosfera, com estimativa de constituírem até 80%
de todos os metazoáriosMuitas espécies são de vida livre e vivem em ambiente 
aquático ou terrestre; outras são parasitas de plantas e de animais, inclusive o 
ser humano. São animais triblásticos, protostômios, pseudocelomados. Seu corpo
cilíndrico, alongado e não segmentado exibe simetria bilateral.


Lombriga (Ascaris lumbricoides)                        Porção anterior de Ancylostoma duodenale, 
                                                                      mostrando boca com dentículos dilacerantes.

Características:
1) Possuem sistema digestivo completo, com boca e ânus (Enterozoários). E seu sistema
excretor é composto por dois canais longitudinais.
2) São Avasculares (possui sistema circulatório "ausente"). A circulação de "materiais"
necessários pelo corpo se dá através de uma cavidade corporal, um líquido e das
movimentações musculares do animal.
3) Sistema Respiratório ausente.
4) Sistema Nervoso parcialmente centralizado, com anel nervoso ao redor da faringe.
5) A maioria das espécies são Dióicas (realizam fecundação interna).

Ecologicamente são muito bem-sucedidos, sendo tal fato demonstrado pela alta
diversidade de espécies. Encontram-se em todos os habitats, terrestres, marinhos e
de água doce e chegam a ser mais numerosos que os outros animais, tanto em número
de espécies, como de indivíduos.

Algumas espécies são microscópicas, enquanto uma espécie, parasita do cachalote
pode atingir 13 metros de comprimento.

Sexos:
Geralmente têm sexos separados, e as diferenças entre o macho e a fêmea podem ser
bem nítidas, como no caso dos principais parasitas humanos. De modo geral o macho 
é menor do que a fêmea da mesma idade e sua extremidade posterior possui forma 
de gancho. Esses animais são envolvidos por uma fina e delicada película protetora,
que é bem lisa e resistente.

Sistema Circulatório:
Assim como os platelmintos, os nematelmintos são avasculares (não possuem sistema
circulatório). A cavidade corporal (o pseudoceloma) contém um líquido, e a contínua
movimentação desse líquido, propiciada pela contração da musculatura longitudinal
do corpo, permite uma relativa distribuição de materiais entre algumas partes do corpo.

Doenças Causadas por Alguns Deles:
Ancilostomíase, ascaridíase, filaríase e oxiuríase são alguns exemplos.

Glossário:

1. Metazoários
Os metazoários (do latim científico Metazoa) constituem um sub-reino que inclui todas 
as espécies animais de formas multicelulares caracterizadas por um sistema digestivo 
e camadas separadas de células que são diferenciadas em vários tecidos.

2. Triblásticos
Triblásticos são animais que possuem três tipos de tecidos: ectoderme, mesoderme 
endoderme.

3. Ectoderme
A ectoderme é a camada exterior de um embrião em desenvolvimento.

4. Mesoderme
A mesoderme consiste num folheto embrionário, situado entre a endoderme e a
ectoderme. A partir da mesoderme, por multiplicação e diferenciação celular,
originam-se, por exemplo, o esqueleto, os músculos, e os sistemas circulatórios,
excretor e reprodutor.

5. Endoderme
A endoderme é um folheto embrionário. Dela se originam, por exemplo, os órgãos
do aparelho digestivo e o revestimento interno do sistema respiratório.

6. Protostômios
Protostomia (do grego Protos, primeiro + stoma, boca) é um clado de animais com
simetria bilateral e três camadas germinativas. O nome do grupo deriva do fato que 
no desenvolvimento embrionário a boca é formada primeiro que o ânus.

7. Pseudocelomados
Pseudoceloma (do grego pseudo = falso, celoma = cavidade) é uma cavidade nos 
nematóides, onde há um sistema digestivo completo, um sistema excretor composto
por dois canais longitudinais e um sistema nervoso parcialmente centralizado.

8. Enterozoários
Possuem sistema digestivo completo, com boca e ânus.

9. Espécies Dióicas
São espécies que realizam fecundação interna.

10. Cachalote
O cachalote, é a maior das baleias com dentes bem como o maior animal com
dentes actualmente existente.

11. Ancilostomíase (Amarelão)
A ancilostomose pode ser causada tanto pelo Ancylostoma duodenale como
pelo Necatur americanus. Ambos são vermes nematelmintos de pequenas dimensões,
medindo entre 1 e 1,5 cm. A doença pode também ser conhecida popularmente
como "amarelão", "doença do jeca-tatu", "mal-da-terra", "anemia-dos-mineiros,
"opilação", etc.

As pessoas portadoras desta verminose são pálidas, com a pele amarelada, pois os
vermes vivem no intestino delgado e, com suas placas cortantes ou dentes, rasgam
as paredes intestinais, sugam o sangue e provocam hemorragias e anemia.

A pessoa se contagia ao manter contato com o solo contaminado por dejetos. As
larvas filarióides penetram ativamente através da pele (quando ingeridas, podem
penetrar através da mucosa). As larvas têm origem nos ovos eliminados pelo homem.

12. Ascaridíase (Lombriga)
É uma verminose causada por um parasita chamado Ascaris lumbricoides. É a
verminose intestinal humana mais disseminada no mundo. A contaminação acontece
ocorre quando há ingestão dos ovos infectados do parasita, que podem ser encontrados
no solo, água ou alimentos contaminados por fezes humanas. O único reservatório
é o homem. Se os ovos encontram um meio favorável, podem contaminar durante
vários anos.

13. Filaríase (Elefantíase)
A filariose ou elefantiase é a doença causada pelos parasitas nemátodes Wuchereria
bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam
nos vasos linfáticos causando linfedema. Esta doença é também conhecida como
elefantíase, devido ao aspecto de perna de elefante do paciente com esta doença.
Tem como transmissor os mosquitos dos gêneros Culex, Anopheles, Mansonia ou
Aedes, presentes nas regiões tropicais e subtropicais.

Quando o nematódeo obstrui o vaso linfático, o edema é irreversível, daí a importância
da prevenção com mosquiteiros e repelentes, além de evitar o acúmulo de águas
paradas em pneus velhos, latas, potes e outros.

14. Oxiuríase (Coceira Anal)
É uma inflamação causada pelo verme Oxyurus vermicularis (ou Enterobius
vermicularis) que se aloja no intestino grosso. Caracteriza-se por edema (inchaço),
hiperemia (vermelhidão), hiperestesia (aumento da sensibilidade dolorosa) e aumento
da temperatura local eventualmente se acompanha de diminuição funcional e na
dependência do local atingido pode passar sem que se perceba o processo.

Adaptado de Wikipédia e Só Biologia.
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Por que Pássaros não levam Choques nos Fios?

Postado por Lucas Rodrigues segunda-feira, 28 de maio de 2012 0 comentários

Quem nunca se deparou com pássaros sobre um fio elétrico e fez essa pergunta?
Muitos de nós possivelmente já. Esse é um fato curioso e ao mesmo tempo intrigante,
pois os pássaros podem pousar sobre fios elétricos sem levar choque, já os humanos não.

Por que os pássaros podem e os seres humanos não podem realizar tal façanha?
A resposta para essa pergunta está na distância entre os dedos das patas dos pássaros.
Tal distância não é suficiente para que exista uma diferença de potencial, sendo assim
eles não são eletrocutados.

Com os seres humanos acontece diferente. Se um de nós resolver agarrar (com as
duas mãos) um fio elétrico sem estar devidamente isolado, provavelmente será
eletrocutado, pois a distância entre as mãos de uma pessoa é suficiente para que se
possa gerar uma diferença de potencial (DDP).

Adaptado de Mundo Educação.
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Peixe pode Morrer Afogado?

Postado por Lucas Rodrigues terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 0 comentários

Primeiro precisamos entender algumas coisas:
Dipnóicos (Dipnoi ou Dipneusti, "peixes pulmonados), é a designação dos peixes da
classe dos sarcopterígios (Sarcopterygii) isto é, peixes ósseos portadores de bexiga natatória
(bexiga de gás) adaptada à função de respiração aérea.

Vivem exclusivamente em água doce, eles têm um tamanho moderado e “forma normal” ou
alongada. Tem narinas internas atípicas (sua narinas se abrem dentro da cavidade bucal),
pulmões funcionais e sistema circulatório diferenciado, por estas características eles foram
considerados no passado como ancestrais dos tetrápodes (vertebrados de quatro membros).

Os peixes dipnóicos são especiais pelo fato de terem como órgão primário de respiração 
um pulmão especializado que não possui brônquios, sendo capaz de extrair oxigênio 
diretamente do ar atmosférico.

Lido tudo isso já podemos entender que caso um peixe tem respiração pulmonar como 
os seres humanos, eles podem SIM morrer afogados.

Adaptado de Wikipédia
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